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Jader Dourado é uma figura política muito conhecida em Feira, principalmente pela sua liderança à frente dos protestos estudantis contra o preço e a qualidade dos transportes coletivos na cidade.
Começou no movimento estudantil mas expandiu essa liderança aos movimentos sociais e se tornou porta voz de reivindicações ligadas principalmente à questão da moradia.
Leia nas postagens abaixo, a entrevista feita pelo BF com o candidato a vereador pelo PT
Começa na próxima sexta-feira (28), a terceira edição do Feira Noise Festival, evento organizado pelo Feira Coletivo Cultural e que tem crescido a cada ano graças a dedicação de pessoas que acreditam e defendem a produção artística alternativa e independente.
Este ano o evento contará com a participação de quase 40 bandas que se apresentarão em seis datas diferentes, em três espaços da cidade. Além disso, estão previstas outras atividades como exposições, encenações teatrais, oficinas, exibição de filmes e realização de debates.
Um dos coordenadores do Feira Coletivo, o músico Joilson Santos (foto - da banda Clube de Patifes) explicou ao Blog da Feira como funciona a produção do evento, quais são os principais parceiros e como as pessoas interessadas podem participar das atividades do grupo.
Nosso entrevistado lamenta a ausência do poder público municipal na organização do festival e compara a situação de Feira de Santana com a de outras cidades onde as prefeituras valorizam e incentivam a cultura e a arte.
Leia abaixo a entrevista e participe do Feira Noise Festival.
Foto: Meiryelle Souza
Elsimar Pondé
elsimarponde@blogdafeira.com.br
Blog da Feira - Como funciona a articulação do Feira Coletivo Cultural para realização de um festival como o Feira Noise, com quase 40 bandas e tantas outras atividades?
Joilson Santos - O Feira Noise é um festival colaborativo, tudo acontece porque existem pessoas dispostas a mudar nossa realidade. As bandas, os palestrantes, os oficineiros, existe uma mobilização geral para que o festival seja realizado, isso porque ele é feito com pouquíssimos recursos e muita força de vontade. Montar uma grade com 40 atrações é outro desafio, ela poderia ser muito maior e mais variada se tivéssemos mais apoios.
Este ano abrimos inscrições em setembro e quase 240 bandas de todo o país se inscreveram para participar do festival. O legal é que isso mostra o quanto o Feira Noise tem se tornado conhecido em todo o país, digo isso pelo número de bandas inscritas e dispostas a vir a Feira de Santana apresentar seu trabalho certamente porque sabem que serão reconhecidas.
Blog da Feira - O deslocamento e a hospedagem das bandas e artistas de outros estados é financiado pelos próprios grupos ou existem patrocinadores?
Joilson Santos - Hoje em quase todos os estados existem políticas culturais e projetos que facilitam esse deslocamento dos artistas através de editais, como é o caso de Minas Gerais, com edital que banca passagens e é aberto o ano inteiro para artistas que são convidados a participar de eventos em outros estados, no Rio também há edital semelhante, se não me engano, em Sergipe também. Então, esse deslocamento para o festival é facilitado para maioria das bandas.
Atualmente os festivais independentes no Brasil são as principais vitrines para um artista divulgar seu trabalho. Nenhum artista consegue dar o passo seguinte se não formar uma platéia que aprecie seu trabalho e o papel dos festivais é esse, ele é um agente formador de platéia e disseminador da cultura independente. Quando o evento tem apoio de editais, facilita muito porque já vem uma verba destinada para cachê, deslocamento, hospedagem e alimentação.
No nosso caso isso não acontece, o evento é realizado com pouquíssimos apoios, então ele é construído de forma colaborativa e os artistas participam dessa construção porque sabem da importância de ter no currículo a participação em um festival como o nosso. Em geral entramos com hospedagem, alimentação e toda a estrutura necessária para o show e a banda, geralmente com auxílio do poder público de sua cidade ou estado, banca os outros custos necessários.
Neste sentido, a banda e o produtor local trabalham juntos para que o evento aconteça. Dessa forma uma banda, que não viria a Feira de Santana em outras condições, chega até nossa cidade, vende seus discos, divulga seu trabalho e conquista novos fãs. Assim, a cada retorno do grupo a cidade essas condições tendem sempre a melhorar, pois o próprio público que eles conseguiram formar ajuda na divulgação levando novas pessoas para conhecer a banda nos show. Uma banda que não investe nessa circulação, não sai da garagem.
Foto: banda Madame Saatan, do Pará, atração da primeira noite do Feira Noise 2011
Blog da Feira - Como foi definida a escolha das atrações participantes?
Joilson Santos - Nem todas as vagas foram disponibilizadas para bandas inscritas, algumas atrações foram fechadas diretamente com as bandas por diversos motivos. Algumas bandas estavam em turnê pelo nordeste, então aproveitamos a passagem para trazê-las para o Festival. Este é o caso de bandas que dificilmente teríamos como trazer para um show exclusivo, poiso custo seria muito alto, como Madame Saatan (PA), Canastra (RJ) ou a Hillbilly Rawhide (PR), que são bandas que já estão na estrada há um bom tempo e construíram uma carreira sólida no meio independente.
Em outros casos, convidamos bandas que tiveram uma passagem marcante na cidade, deixaram novos fãs, e cujo retorno é bastante cobrado através de e-mails enviados pelo público como a Vandaluz (MG), Nevilton (PR), Suinga (SSA) e Quarteto de Cinco (SSA). Mas no geral, as bandas são selecionadas mediante alguns critérios, como por exemplo, serem autorais e realizarem um trabalho sério e de qualidade. Escutamos todas as bandas que se inscreveram e gostaríamos de ter selecionado tantas outras excelentes, mas o orçamento do Festival não permitiu.
Blog da Feira - Existe algum tipo de incentivo do poder público (Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer) para realização do Feira Noise 2011?
Joilson Santos - Não, infelizmente não há incentivo do governo municipal para realização do evento. Estamos na 3ª edição de um Festival que dá muita visibilidade a cidade e que tem crescido a cada ano, e todos os anos procuramos a Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer, para um apoio, ou até entrar como parceira mesmo, mas sempre temos uma resposta negativa.
Na Bahia existem três festivais do Circuito Fora do Eixo realizados em parcerias e sempre em datas próximas para facilitar a circulação das bandas. Tanto o Suiça Bahiana, em Vitória da Conquista, e o Big Bands em Salvador, contam com o apoio das respectivas prefeituras. Aliás, dentro do circuito de Festivais no Brasil, o Feira Noise é um dos poucos que não tem apoio do governo municipal.
Gostaríamos muito de ter eventos do Festival gratuitos em praças, com uma estrutura bacana e com bandas locais e de outros estados, mas sem outros recursos o que tiramos da bilheteria não é suficiente para bancar estrutura, hospedagem e alimentação para os artistas.
Foto: grupo de teatro do Colégio Paulo VI, do Aviário, durante o Feira Noise 2010
Blog da Feira - Em comparação com as duas edições anteriores quais serão as principais novidades deste Feira Noise?
Joilson Santos - As principais novidades é que este ano teremos mais duas linguagens incorporadas à programação que é o audiovisual, com uma programação de exibição de filmes e oficinas, realizadas pelo Coletivo Inovacine e uma programação de workshops e apresentações de dança sob a coordenação da Trupe Mandhala Fusion de dança contemporânea. Teremos atividades até o dia 25 de novembro, quase todas gratuitas para a comunidade com exceção dos shows, que também acontecerão em mais dias este ano. Serão seis datas e 36 atrações musicais, em três locais diferentes: San Domingo, Arena do Amélio Amorim e no Botekin Tematic Bar.
Blog da Feira - O Feira Coletivo tem promovido diversas atividades na cidade, qual é a principal motivação que vocês têm para realização de tantas ações e quais são os principais parceiros?
Joilson Santos - Acho que nossa motivação é a apatia do poder público e a ausência de uma vida cultural mais intensa em Feira de Santana, acho que isso é o que mais nos motiva a trabalhar e movimentar culturalmente a cidade. Acredito que estamos vivendo um momento bom, com coletivos surgindo e também fazendo as coisas acontecerem em Feira.
Nossos principais parceiros vêm de uma parcela da comunidade que tem essa vontade de ver coisas novas acontecendo e que estão sempre presente nos eventos nos ajudando inclusive a divulgá-los. Dentre eles, contamos com alguns sites que trabalham com conteúdo cultural como o Viva Feira, Terra de Lucas, Vamo pra Onde, o Blog da Feira e impressos como o jornal Folha do Estado.
Contamos também com algumas poucas empresas que tem uma preocupação com a cultura e que pensam numa contrapartida social e sempre nos ajudam como o Colégio Intelecto, Gracon, Ultra Informática, Ido Soluções Multimídia e Meta Studio. São parceiros que tem reconhecido nossos trabalhos e tem se aproximado e ajudando a tornar possível nossas ações.
Blog da Feira - O público está participando, dentro das expectativas de vocês, das atividades promovidas pelo Feira Coletivo ou ainda existe algum tipo de resistência aos eventos alternativos e independentes?
Joilson Santos - O público tem crescido e tem percebido nossa intenção e isso tem sido um grande estímulo para continuarmos. Eu me arriscaria a dizer que quem participa dos eventos do Feira Coletivo gosta e retorna sempre que pode.
Ainda existem preconceitos com relação a cena alternativa, mas que são logo desfeitos por quem participa dos nossos eventos e reconhece a ótima estrutura e a excelente qualidade dos artistas locais e de outras cidades e estados. O nosso principal intuito é o de promover intercâmbio não só de arte, mas de saberes, tecnologias, informações entre as pessoas que freqüentam os espaços que criamos.
Quem conferir as atrações do Festival poderá perceber a enorme variedade de estilos e com certeza vai gostar de algumas, senão de todas as bandas, e vai querer conferir cada uma delas ao vivo.
Blog da Feira – Quem faz o Feira Coletivo Cultural? Qualquer pessoa pode participar?
Joilson Santos - O Feira Coletivo já está na ativa desde 2009, passamos por todo aquele processo de formação de um grupo até chegar numa estrutura com núcleo durável e colaboradores. Contamos com a participação de artistas de diversas bandas que decidiram não apenas participar de nossos eventos, como também colaborar para a realização deles. Além disso, temos em nosso coletivo artistas de outras áreas como dança e as artes visuais e profissionais que não são artistas mas que acreditam que podem colaborar para a cena cultural da cidade.
Também estamos trabalhando com parcerias, a idéia é estar sempre dialogando com outros grupos culturais com quem planejamos ações conjuntas. Já fazemos isso com alguns coletivos da cidade como o Inovacine e o Clube Claquete, ambos de cinema.
No mais, as bandas, artistas, produtores, ou qualquer pessoa que queira entender melhor nosso trabalho e também estabelecer parcerias, basta entrar em contato através do nosso site www.feiracoletivo.com.br
Foto/ Meiryelle Souza : Joilson Santos, do Feira Coletivo Cultural
Elsimar Pondé
elsimarponde@blogdafeira.com.br
Em sua 46ª edição e completando 10 anos, a Revista Alternativa traz a banda baiana ‘É O Tchan’ na capa. A decisão segundo Girlânio Guirra, diretor da revista, aconteceu durante a Micareta quando o produtor Milton Menezes visitou o Camarote e sugeriu a volta da banda nas páginas da revista.
Perguntado o motivo do lançamento da edição especial de Micareta ir as bancas somente a partir da quarta-feira (20) e não como de costume no Oscar Folia – antes era apresentada ao público no dia do evento - Girlânio justifica que resolveu inovar e não queria que a data coincidisse junto aos festejos juninos.
A edição 46ª traz como de costume vários ritmos musicais, mas o axé prevalece. “A revista é do dendê, do axé, e da Bahia, mesmo já circulando em todo o Brasil, tenho orgulho de ser Feira na Palma da Mão para o Brasil. Circulamos através de mala direta pra todo o país, fico feliz de ser de Feira de Santana, e, circular pelo mundo. Obrigado, a todos fazem parte da Família de Sobrenome Sucesso!”, diz Girlânio.
Daniele Amancio
danieleamancio@blogdafeira.com.br
Seis partidos já fecharam apoio à reeleição do prefeito de Santa Bárbara, Jailson Costa, do Partido dos Trabalhadores. O município de Santa Bárbara fica a cerca de 25 quilômetros de Feira de Santana e é um dos mais importantes da região.
Além do PT, Jailson afirma contar com o consenso do PMDB, PTB, PRB, PT do B e PCL
Petista histórico na região, o professor de matemática conseguiu ganhar a Prefeitura na segunda vez que se candidatou contra candidaturas do grupo liderado pela família do ex-deputado e ex-prefeito Fernando de Fabinho.
Em 2004, quando candidatou-se pela primeira vez, o líder sindical perdeu por apenas 46 votos para o candidato de Fabinho, Antônio Mascarenhas, do DEM.
O governo de Jailson enfrentou situações desgastantes logo no início, perdeu a maioria e a Presidência da Câmara, além de amargar um indisfarçável ‘isolamento’ pelo governo do Estado onde seria seu principal sustentáculo político e administrativo.(ver notas abaixo).
Jânio Rêgo
janiorego@blogdafeira.com.br
Jailson não reclama abertamente do governo Wagner. Mas não discorda que a população de Santa Bárbara esperava mais do governo petista em favor da cidade administrada por um petista.
- Mas eu continuo tentando convencê-los, diz, demonstrando persistência e paciência.
Mas pelo que diz os resultados não têm sido dos melhores: Jailson, por exemplo, não conseguiu ainda convencer o governo do Estado a ajudá-lo na recuperação da estrutura das unidades de saúde pública no seu município.
“-Ainda esta semana vou conversar com o senador Pinheiro para irmos a uma audiência com o Jorge Solla”, para pedir pelo projeto de recuperação do Hospital público que encontra-se em estudo na Sesab.
Segundo o Prefeito o projeto de recuperação do Hospital de Santa Bárbara custa de cerca de 1 milhão de reais. E nenhum dos prédios dos seis postos de saúde da família (PSF) sofreu qualquer tipo de reforma e estão em más condições de uso.
Menos de 3% dos recursos de Santa Bárbara são oriundos de receita própria. Nos 12 meses do ano passado a Prefeitura arrecadou apenas 400 mil reais. Tudo vem dos governos federal e estadual.
O prefeito reconhece que não conseguiu fazer muito nessa área. De um incremento de 1,7% em relação aos períodos anteriores ele passou para 2,2%.
Nominalmente o recurso não representa praticamente nada para o volume financeiro necessário ao custeio do município. Não há grandes obras ou projetos implantados ou projetados pela administração no município.
Na Educação, por exemplo, o governo atacou pontos como a evasão escolar e concretizou um Plano de Carreira para os professores que está na redação final. Recuperou escolas, regularizou merenda escolar e investiu na capacitação. Nada além da manutenção com qualidade.
O principal ponto a ser mostrado pelo atual governo, destaca o professor, foi resgatar a ‘honestidade’ na gestão pública. “Transparência e lisura”.
Com 15 dias da posse o vice prefeito eleito com Jailson, conhecido como “Ebinho’, rompeu com ele.
No relato do Prefeito, o vice ficou indeciso quanto a que Secretaria ocupar e quando se decidiu pela Administração essa já havia sido preenchida.
O vice passou então a reclamar de ‘falta de espaço’. O prefeito contesta e diz que entregou a ele a decisão sobre contratos que, inclusive, até hoje a Prefeitura mantém, como o de telefonia móvel.
- “ Eu o vi sair por aquela porta e não voltou mais. Ainda telefonei para ele. Hoje ele atua como meu pior inimigo, assessora a oposição, faz conspiração e instiga pessoas a prejudicarem o meu governo” – disse.
O ex-deputado Fernando Fabinho (foto), embora aliado do governo Wagner, na política local ele se mantém ‘neutro’ desde a eleição de 2008 quando não conseguiu emplacar o seu candidato no grupo, explica o prefeito, mas imediatamente faz a ressalva:
- Mas eu não posso dizer que nisso tudo (referindo-se à oposição) não tenha o dedo dele.
O atual presidente da Câmara, ferrenho opositor de Jailson, é declaradamente correligionário do ex-deputado e ex-prefeito de Santa Bárbara, Fernando de Fabinho. Hoje a bancada do governo municipal é minoritária na Câmara, com 5, dos 11 vereadores.
A desconfiança de Joilson tem sentido político: o professor ‘nasceu’ no sindicalismo batendo de frente com os governos de Fernando de Fabinho em Santa Bárbara.
“A linha de trabalho dele era muito malvada, de muita perseguição”, alfineta.
‘Quem arquitetou aquela façanha miserável fez com essa meta: gerar dúvidas em 2012 na cabeça dos eleitores. Aquilo foi uma maldade terrível’, explica o prefeito o ‘famoso’ fato dos restos mortais do Cemitério público jogados no ‘lixão’ da Cidade.
Ele diz que não pode dizer diretamente quem ‘arquitetou’ mas deixa entrever que tudo não passou de uma ação premeditada pela oposição.
Jailson concorda que o assunto será levado à tona mais uma vez na época da campanha eleitoral do próximo ano mas que o assunto foi superado pela população que compreendeu bem o que houve.
Na época o Prefeito demitiu a Secretária da pasta e não renovou contrato com a empresa responsável pela limpeza urbana.
A publicitária Mariana Braga Figuerêdo, ou apenas Mary Figuerêdo (foto), é voluntária na assessoria de comunicação da Associação Protetora dos Animais de Feira de Santana (APA) e integrante da Trupe Mandhala Fusion de Dança Étnica Contemporânea, uma variação da dança tribal.
“Pratico dança há quatro anos. Comecei com a dança do ventre com a professora Nefer Zayek, e no mesmo ano fui para a dança tribal, que conheci através da professora Nefer, e segui tomando aulas com a Professora Bia Vasconcelos", disse.
Ela gosta de dança desde pequena, mas nunca teve a oportunidade de praticar em escolas.
"Quando conheci a dança tribal achei muito interessante porque ela foge dos estereótipos que muitos estilos impõem, além de ser uma dança exótica, com figurino diferente, os movimentos exigem controle do corpo, e são muitos bonitos, tudo isso chamou minha atenção de cara, e combinou bastante com a minha personalidade”, conta Mary Figuerêdo.
Na conversa Mary explica que pratica a dança apenas por hobbie, mas seu grupo tomou outras dimensões, como se apresentar em eventos.
“Atualmente eu e a trupe tomamos aula em Salvador com Bela Saffe. Não damos aulas de dança, somos apenas um grupo formado para estudo e apresentações para demonstração da nossa arte”.
A Trupe Mandhala Fusion, é idealizadora do Projeto Impulso, que tem por objetivo demonstrar, através da realização de eventos diversos, como a dança pode interagir e dialogar com diversas formas de expressão artísticas.
O primeiro evento do Projeto foi o Under Tribus que foi realizado em fevereiro 2011 e a 2ª edição acontecerá em Julho. Hoje a Trupe também faz parte do Feira Coletivo Cultural.
Daniele Amancio
danieleamancio@blogdafeira.com.br
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