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O município de Santo Estêvão manteve o saldo positivo na geração de empregos durante o mês de setembro, conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), órgão do Ministério do Trabalho e Emprego. Durante o período foram registradas 169 admissões e 117 demissões, o que resultou em um saldo positivo de 52 novos postos de trabalho.
O índice colocou Santo Estêvão na 16ª posição na Bahia, no ranking que mede a evolução do emprego formal nos 83 municípios com mais de 30 mil habitantes no estado. No mês de setembro, foram criados na Bahia 3.025 empregos celetistas, equivalente à elevação de 0,18% em relação ao estoque de assalariados com carteira assinada do mês anterior.
O resultado decorreu principalmente da expansão nos setores de Serviços (+3.163 postos), do Comércio (+1.792 postos), e da Indústria de Transformação (+ 455 postos), cujos saldos superaram a queda da Agropecuária (-2.229 postos, devido, principalmente, às atividades ligadas ao cultivo de café, que suprimiram 1.071 postos).
O crescimento da geração de emprego em Santo Estêvão rendeu ao Município o prêmio “Prefeito Amigo do Emprego”, conferido pelo CEBRAIME, na cidade de Curitiba, nos dias 13 e 14 deste mês. O título foi entregue ao prefeito Rogério Costa na última segunda-feira (17).
A imagem de Kadafi ainda ficará em nossa memória por alguns dias. Não a imagem do governante deposto cuspindo em algum discurso, mas a cena de sua cabeça jogada no chão. Dessa vez, a imprensa conseguiu aprisionar aquela representação que os Estados Unidos perderam de Osama. A Líbia comemorou? Obama também.
Os confetes têm a cor da bandeira americana. Kadafi entra para a lista de líderes julgados pelo ideário americano de justiça, que também se confunde com interesses políticos e econômicos. Osama e Saddam também já receberam o mesmo castigo, respectivamente em maio deste ano e no ano de 2006. Em todos os casos o que se viu foi a morte sendo festejada, mundialmente, em nome de uma liberdade que não é dos líbios, árabes e nem tampouco dos iraquianos.
Novamente, compartilhamos a morte de um inimigo como quando os americanos foram às ruas celebrar o fim de Osama. Naquele momento, “Pilatos” de todo o mundo lavavam as mãos pelo terrorismo de 11 de setembro de 2001. A televisão e a internet exibiram, em tempo real, uma vingança que não tem rosto. Não houve culpados para nenhuma dessas mortes e a imprensa não fez o menor esforço para sabê-lo.
Há razão para comemorar um assassinato? Será que os americanos tornaram-se e nos tornaram tão cruéis a ponto de assumirmos a violência de sanguinários e ditadores?
Erramos todas as vezes que aplaudimos de pé um desses espetáculos. Sem perceber, tornamos os Estados Unidos os guardiões da democracia no mundo. Apesar de mortos, Kadafi, Osama e Saddam não foram julgados até agora por quem deveriam.
De outro canto do planeta, enchemos a barriga com um pão velho e esmigalhado. E de frente à televisão, gargalhamos dentro de um circo armado, sem permissão, em nosso quintal.
Egberto Siqueira
egbertosiqueira@blogdafeira.com.br
A Câmara Municipal de Feira de Santana aprovou, nesta segunda-feira (24), o projeto 159/2011 de autoria do vereador Marialvo Barreto (PT) que institui no calendário do município o dia do sacerdote e sacerdotisa (Babalorixá e Iolorixá) da religião da matriz africana, a ser comemorado dia 23 de setembro.
Começa na próxima sexta-feira (28), a terceira edição do Feira Noise Festival, evento organizado pelo Feira Coletivo Cultural e que tem crescido a cada ano graças a dedicação de pessoas que acreditam e defendem a produção artística alternativa e independente.
Este ano o evento contará com a participação de quase 40 bandas que se apresentarão em seis datas diferentes, em três espaços da cidade. Além disso, estão previstas outras atividades como exposições, encenações teatrais, oficinas, exibição de filmes e realização de debates.
Um dos coordenadores do Feira Coletivo, o músico Joilson Santos (foto - da banda Clube de Patifes) explicou ao Blog da Feira como funciona a produção do evento, quais são os principais parceiros e como as pessoas interessadas podem participar das atividades do grupo.
Nosso entrevistado lamenta a ausência do poder público municipal na organização do festival e compara a situação de Feira de Santana com a de outras cidades onde as prefeituras valorizam e incentivam a cultura e a arte.
Leia abaixo a entrevista e participe do Feira Noise Festival.
Foto: Meiryelle Souza
Elsimar Pondé
elsimarponde@blogdafeira.com.br
Blog da Feira - Como funciona a articulação do Feira Coletivo Cultural para realização de um festival como o Feira Noise, com quase 40 bandas e tantas outras atividades?
Joilson Santos - O Feira Noise é um festival colaborativo, tudo acontece porque existem pessoas dispostas a mudar nossa realidade. As bandas, os palestrantes, os oficineiros, existe uma mobilização geral para que o festival seja realizado, isso porque ele é feito com pouquíssimos recursos e muita força de vontade. Montar uma grade com 40 atrações é outro desafio, ela poderia ser muito maior e mais variada se tivéssemos mais apoios.
Este ano abrimos inscrições em setembro e quase 240 bandas de todo o país se inscreveram para participar do festival. O legal é que isso mostra o quanto o Feira Noise tem se tornado conhecido em todo o país, digo isso pelo número de bandas inscritas e dispostas a vir a Feira de Santana apresentar seu trabalho certamente porque sabem que serão reconhecidas.
Blog da Feira - O deslocamento e a hospedagem das bandas e artistas de outros estados é financiado pelos próprios grupos ou existem patrocinadores?
Joilson Santos - Hoje em quase todos os estados existem políticas culturais e projetos que facilitam esse deslocamento dos artistas através de editais, como é o caso de Minas Gerais, com edital que banca passagens e é aberto o ano inteiro para artistas que são convidados a participar de eventos em outros estados, no Rio também há edital semelhante, se não me engano, em Sergipe também. Então, esse deslocamento para o festival é facilitado para maioria das bandas.
Atualmente os festivais independentes no Brasil são as principais vitrines para um artista divulgar seu trabalho. Nenhum artista consegue dar o passo seguinte se não formar uma platéia que aprecie seu trabalho e o papel dos festivais é esse, ele é um agente formador de platéia e disseminador da cultura independente. Quando o evento tem apoio de editais, facilita muito porque já vem uma verba destinada para cachê, deslocamento, hospedagem e alimentação.
No nosso caso isso não acontece, o evento é realizado com pouquíssimos apoios, então ele é construído de forma colaborativa e os artistas participam dessa construção porque sabem da importância de ter no currículo a participação em um festival como o nosso. Em geral entramos com hospedagem, alimentação e toda a estrutura necessária para o show e a banda, geralmente com auxílio do poder público de sua cidade ou estado, banca os outros custos necessários.
Neste sentido, a banda e o produtor local trabalham juntos para que o evento aconteça. Dessa forma uma banda, que não viria a Feira de Santana em outras condições, chega até nossa cidade, vende seus discos, divulga seu trabalho e conquista novos fãs. Assim, a cada retorno do grupo a cidade essas condições tendem sempre a melhorar, pois o próprio público que eles conseguiram formar ajuda na divulgação levando novas pessoas para conhecer a banda nos show. Uma banda que não investe nessa circulação, não sai da garagem.
Foto: banda Madame Saatan, do Pará, atração da primeira noite do Feira Noise 2011
Blog da Feira - Como foi definida a escolha das atrações participantes?
Joilson Santos - Nem todas as vagas foram disponibilizadas para bandas inscritas, algumas atrações foram fechadas diretamente com as bandas por diversos motivos. Algumas bandas estavam em turnê pelo nordeste, então aproveitamos a passagem para trazê-las para o Festival. Este é o caso de bandas que dificilmente teríamos como trazer para um show exclusivo, poiso custo seria muito alto, como Madame Saatan (PA), Canastra (RJ) ou a Hillbilly Rawhide (PR), que são bandas que já estão na estrada há um bom tempo e construíram uma carreira sólida no meio independente.
Em outros casos, convidamos bandas que tiveram uma passagem marcante na cidade, deixaram novos fãs, e cujo retorno é bastante cobrado através de e-mails enviados pelo público como a Vandaluz (MG), Nevilton (PR), Suinga (SSA) e Quarteto de Cinco (SSA). Mas no geral, as bandas são selecionadas mediante alguns critérios, como por exemplo, serem autorais e realizarem um trabalho sério e de qualidade. Escutamos todas as bandas que se inscreveram e gostaríamos de ter selecionado tantas outras excelentes, mas o orçamento do Festival não permitiu.
Blog da Feira - Existe algum tipo de incentivo do poder público (Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer) para realização do Feira Noise 2011?
Joilson Santos - Não, infelizmente não há incentivo do governo municipal para realização do evento. Estamos na 3ª edição de um Festival que dá muita visibilidade a cidade e que tem crescido a cada ano, e todos os anos procuramos a Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer, para um apoio, ou até entrar como parceira mesmo, mas sempre temos uma resposta negativa.
Na Bahia existem três festivais do Circuito Fora do Eixo realizados em parcerias e sempre em datas próximas para facilitar a circulação das bandas. Tanto o Suiça Bahiana, em Vitória da Conquista, e o Big Bands em Salvador, contam com o apoio das respectivas prefeituras. Aliás, dentro do circuito de Festivais no Brasil, o Feira Noise é um dos poucos que não tem apoio do governo municipal.
Gostaríamos muito de ter eventos do Festival gratuitos em praças, com uma estrutura bacana e com bandas locais e de outros estados, mas sem outros recursos o que tiramos da bilheteria não é suficiente para bancar estrutura, hospedagem e alimentação para os artistas.
Foto: grupo de teatro do Colégio Paulo VI, do Aviário, durante o Feira Noise 2010
Blog da Feira - Em comparação com as duas edições anteriores quais serão as principais novidades deste Feira Noise?
Joilson Santos - As principais novidades é que este ano teremos mais duas linguagens incorporadas à programação que é o audiovisual, com uma programação de exibição de filmes e oficinas, realizadas pelo Coletivo Inovacine e uma programação de workshops e apresentações de dança sob a coordenação da Trupe Mandhala Fusion de dança contemporânea. Teremos atividades até o dia 25 de novembro, quase todas gratuitas para a comunidade com exceção dos shows, que também acontecerão em mais dias este ano. Serão seis datas e 36 atrações musicais, em três locais diferentes: San Domingo, Arena do Amélio Amorim e no Botekin Tematic Bar.
Blog da Feira - O Feira Coletivo tem promovido diversas atividades na cidade, qual é a principal motivação que vocês têm para realização de tantas ações e quais são os principais parceiros?
Joilson Santos - Acho que nossa motivação é a apatia do poder público e a ausência de uma vida cultural mais intensa em Feira de Santana, acho que isso é o que mais nos motiva a trabalhar e movimentar culturalmente a cidade. Acredito que estamos vivendo um momento bom, com coletivos surgindo e também fazendo as coisas acontecerem em Feira.
Nossos principais parceiros vêm de uma parcela da comunidade que tem essa vontade de ver coisas novas acontecendo e que estão sempre presente nos eventos nos ajudando inclusive a divulgá-los. Dentre eles, contamos com alguns sites que trabalham com conteúdo cultural como o Viva Feira, Terra de Lucas, Vamo pra Onde, o Blog da Feira e impressos como o jornal Folha do Estado.
Contamos também com algumas poucas empresas que tem uma preocupação com a cultura e que pensam numa contrapartida social e sempre nos ajudam como o Colégio Intelecto, Gracon, Ultra Informática, Ido Soluções Multimídia e Meta Studio. São parceiros que tem reconhecido nossos trabalhos e tem se aproximado e ajudando a tornar possível nossas ações.
Blog da Feira - O público está participando, dentro das expectativas de vocês, das atividades promovidas pelo Feira Coletivo ou ainda existe algum tipo de resistência aos eventos alternativos e independentes?
Joilson Santos - O público tem crescido e tem percebido nossa intenção e isso tem sido um grande estímulo para continuarmos. Eu me arriscaria a dizer que quem participa dos eventos do Feira Coletivo gosta e retorna sempre que pode.
Ainda existem preconceitos com relação a cena alternativa, mas que são logo desfeitos por quem participa dos nossos eventos e reconhece a ótima estrutura e a excelente qualidade dos artistas locais e de outras cidades e estados. O nosso principal intuito é o de promover intercâmbio não só de arte, mas de saberes, tecnologias, informações entre as pessoas que freqüentam os espaços que criamos.
Quem conferir as atrações do Festival poderá perceber a enorme variedade de estilos e com certeza vai gostar de algumas, senão de todas as bandas, e vai querer conferir cada uma delas ao vivo.
Blog da Feira – Quem faz o Feira Coletivo Cultural? Qualquer pessoa pode participar?
Joilson Santos - O Feira Coletivo já está na ativa desde 2009, passamos por todo aquele processo de formação de um grupo até chegar numa estrutura com núcleo durável e colaboradores. Contamos com a participação de artistas de diversas bandas que decidiram não apenas participar de nossos eventos, como também colaborar para a realização deles. Além disso, temos em nosso coletivo artistas de outras áreas como dança e as artes visuais e profissionais que não são artistas mas que acreditam que podem colaborar para a cena cultural da cidade.
Também estamos trabalhando com parcerias, a idéia é estar sempre dialogando com outros grupos culturais com quem planejamos ações conjuntas. Já fazemos isso com alguns coletivos da cidade como o Inovacine e o Clube Claquete, ambos de cinema.
No mais, as bandas, artistas, produtores, ou qualquer pessoa que queira entender melhor nosso trabalho e também estabelecer parcerias, basta entrar em contato através do nosso site www.feiracoletivo.com.br
Foto/ Meiryelle Souza : Joilson Santos, do Feira Coletivo Cultural
Elsimar Pondé
elsimarponde@blogdafeira.com.br
A direção do Fluminense de Feira confirmou o acerto com o técnico Agnaldo Liz (foto) para comandar a equipe durante o Campeonato Baiano 2012. O novo comandante do Touro do Sertão estará em Feira de Santana na próxima semana para discutir os detalhes da pré-temporada que deve começar em dezembro.
O treinador foi indicado por Paulo Carneiro, atual consultor do time feirense, que trabalhou com ele no Esporte Clube Vitória (na década de 90 e no começo dos anos 2000). Agnaldo Liz chega ao Fluminense juntamente com o auxiliar técnico Edson Silva, o Edinho.
Como jogador profissional Agnaldo defendeu grandes equipes do futebol brasileiro, como o próprio Vitória, Figueirense, Palmeiras, Flamengo, Fluminense (RJ) e Grêmio.
Na condição de técnico ele já trabalhou no Ituano e Rio Claro, ambos de São Paulo, Itumbiara (GO) e Atlético de Alagoinhas, além do Vitória. O último clube treinado por Agnaldo foi o Campinense (PB).
Elsimar Pondé
elsimarponde@blogdafeira.com.br
O vereador Ailton Mô parabenizou a matéria veiculada neste domingo (23) pelo programa Esporte Espetacular sobre a Associação Desportiva Comunitária Astro, que recebeu o nome devido a primeira versão da novela ‘O Astro’ (em 1978).
“Fico feliz por desta vez Feira de Santana ter ido à projeção nacional com algo positivo. A equipe do Astro (clube) e a produção do programa estão de parabéns pela matéria. O Astro é uma das obras que Feira de Santana tem para se orgulhar, o trabalho deles já levou o nome da cidade até para o exterior”, disse Mô, que contou ter comemorado a exibição da matéria com amigos.
Daniele Amancio
danieleamancio@blogdafeira.com.br
O vereador Carlito do Peixe anunciou sua saída da recém criada Bancada de Vereadores Independentes (BVI). De acordo com o edil a decisão se deve a falta de fidelidade entre o grupo, que apesar de ser composta por cinco vereadores, os assuntos e os encontros sempre viravam notícia.
Carlito que não faz parte da base governo, continua sendo de ‘base independente’, porém seguirá sozinho.
“Independente sim, porém sozinho. Vou continuar com meu trabalho de vereador e o que for bom para Feira, estarei fazendo, mas não quero liderar nenhum grupo”, afirma.
Daniele Amancio
danieleamancio@blogdafeira.com.br
O radialista Renato Ribeiro (foto) também entra no troca-troca de emissoras, e a partir de 1o de dezembro estreia junto com a rádio Transamérica Hits (frequência 99,5) no horário das 18 às 19 horas, o programa Rádio Repórter Hits.
“Vale salientar que minha saída da Rádio Subaé se dá de maneira pacífica, pois eu mesmo pedi para sair, tendo um respeito pelo empresário Luiz Pedro Irujo e o cooordenador da Rede Nordeste em Feira de Santana, João Pimentel. Os dez anos que passamos na Rádio Subaé foram muito importantes para o meu crescimento profissional e reconhecimento do público. Estaremos apresentando o Programa Rádio Repórter na Subaé AM até o final deste mês. Lembramos que o nosso trabalho tem se consolidado também através do sucesso do Programa Jornal da Manhã, que apresento das 7h00 às 8h00 na Rádio Jovem Pan FM há quase 3 anos”, conta o radialista.
Segundo Ribeiro, o novo programa terá a participação também de Raimundo Tourinho e de outros colaboradores e a mudança da rádio Subaé para a Transamérica acontece a convite do empresário Antônio Lomes, proprietário do grupo Lomes de Radiodifusão responsável também pela afiliada da Rádio Jovem Pan FM.
Depois de estrear com goleada (8 a 0 contra o ABRUP em Simões Filho) no Campeonato Baiano de Futebol Feminino, o Flamengo de Feira de Santa foi surpreendido pelo Lusaca e perdeu por 2 a 0, em pleno Joia da Princesa, em partida realizada neste domingo (23), pela segunda rodada da competição estadual.
Com a derrota, dentro de casa, o time feirense caiu para a segunda posição do grupo 2, com três pontos. A liderança pertence ao São Francisco que goleou o ABRUP por 19 a 0, no estádio Junqueira Aires, em São Francisco do Conde e chegou aos seis pontos.
No próximo domingo (30), às 10h30, o Flamengo recebe a visita do São Francisco, na Vila Olímpica dos Amadores. Na outra partida da chave, o Lusaca encara o fraco time do ABRUP, em Dias D’Ávila.
No grupo 1 estão: Bahia, Vitória, Estrela de Março (Simões Filho) e Independente (Lauro de Freitas). Apenas as duas melhores equipes de cada grupo seguem para a fase semifinal.
Elsimar Pondé
elsimarponde@blogdafeira.com.br
Com o objetivo de analisar a conjuntura política de Feira de Santana e a posição da Igreja diante do panorama político da cidade, será realizado o seminário “Fé e Política”, no dia 15 de novembro, no teatro da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), das 8 às 13 horas
Os palestrantes do evento serão o sociólogo e consultor de programa da Organização das Nações Unidas (ONU), Ildes Ferreira (foto) e o padre e assessor das Comunidades Eclesiais de Bases no Brasil Edgar Silva Júnior.
A organização do evento é do mandato do vereador Carlos Alberto Costa da Rocha (Frei Cal). As inscrições são gratuitas e podes ser feita no gabinete do vereador Frei Cal, na Câmara Municipal, ou pelo e-mail: comunicacaopopular15@gmail.com
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